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Manutenção de medidores de gás nos condomínios.

Administração de Condomínios

Explosões em prédios como aconteceu em maio em São Conrado, no Rio de Janeiro, envolvendo vazamento de gás, vêm se tornando cada vez mais comuns. No final de outubro, outra forte explosão na Zona Norte do Rio de Janeiro também destruiu imóveis comerciais e residenciais. Para agravar a situação, a falta de fiscalização aumenta o risco e exige atenção redobrada de síndicos, que devem buscar informações e auxílio técnico para evitar acidentes.

Jorge Magalhães de Oliveira, presidente executivo do Sindicato de Revendedores de Gás (Sinregás-SC) recomenda que se exija dos fornecedores revisões periódicas nos equipamentos, no mínimo, a cada 180 dias, já que possuem pessoal especializado e podem detectar possíveis falhas no sistema. “Os síndicos também devem orientar os funcionários para que fiquem atentos diariamente a qualquer irregularidade na central de gás e caso detectem algo, chamem imediatamente o fornecedor para uma análise mais detalhada”, esclarece.

Em caso de vazamentos maiores e aparentes, Jorge recomenda que se desligue o sistema imediatamente através do registro existente na parte externa de toda central de gás e acione imediatamente os Bombeiros. “Não corra riscos desnecessários”, alerta.

Validade dos equipamentos

O soldado Thierry César da Rosa Bugs, da Diretoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar de SC, alerta para a vida útil dos equipamentos: “No medidor de gás a data de fabricação pode ser encontrada junto ao contador, ao lado do símbolo do INMETRO. A este número soma-se 10 anos que é o período de validade máxima”, explica.

Ele esclarece que as verificações eventuais dos medidores de gás são efetuadas somente a pedido do usuário, ou quando as autoridades competentes julgarem necessário. “A verificação da realização ou não da manutenção não é objeto de fiscalização por parte do Corpo de Bombeiros, ficando a critério dos responsáveis pela edificação”, conclui o bombeiro.

Fonte: Jornal de sc.