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Crise dificulta pagamento das taxas de condomínio

Administração de Condomínios

A crise que se instalou no país no ano passado tem reflexos ainda nos dias atuais.

Sindicato de Habitação indica que inadimplência cresceu. Em Montenegro, os atrasos nos pagamentos são maiores
 
A crise que se instalou no país no ano passado tem reflexos ainda nos dias atuais. Como resultado, a inadimplência no pagamento de condomínios, em cidades como São Paulo e Porto Alegre, cresceu. Segundo levantamento de dados do Sindicato de Habitação (Secovi) para o mês de março, na capital paulista, os índices de processos judiciais de cobrança registrados atingiram 30,5%. Comparado ao mesmo mês do ano anterior, houve um crescimento significativo de 20,7%. Na capital gaúcha, o levantamento indicou um percentual de execuções de 13,61%.
 
Para cidades de interior, como Montenegro, de acordo com informações da Secovi do Rio Grande do Sul, ainda não há números consolidados. Mas, de acordo com Alcione Motta, diretor da Condomynus Kindel, as inadimplências na cidade continuam estáveis, sem grandes diferenças nos últimos meses, e giram em torno de 10% a 15% das contas.
 
Segundo Alcione, o volume de atrasos nos pagamentos de taxas condominiais aumentou na administradora. “Só que os atrasos são curtos, pois como a conta entra nas despesas básicas, como água e luz, mesmo com demora, os pagamentos são realizados. O que tem se notado é que, em alguns casos, os pagamentos com vencimento no início do mês, estão sendo realizados somente com o vale, no dia 20”, explica.
 
Como consequencia da demora, as cobranças têm sido feitas mais incisivamente pela empresa. “A impressão é de que, quando se cobra, as pessoas acabam pagando”, conclui.
 
Fonte: Síndico news