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A3Con Síndico Profissional

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A empresa A3Con foi criada em 2010 e surgiu da união de dois administradores de empresas e um contador que é pós-graduado em contabilidade e direito tributário e é síndico de condomínio desde 2007, foi reeleito por vários mandatos consecutivos em função da transparência e credibilidade na utilização dos recursos financeiros do condomínio.

Ao logo dos anos a nossa equipe vivencia a rotina de vários condomínios, participando e conduzindo assembleias que tratam dos mais variados temas e conflitos que envolvem a gestão de um condomínio, bem como, vem se especializando e atualizando por meio da participação em cursos, seminários e palestras direcionadas para o seguimento de condomínios.

Atualmente a nossa equipe possui um conjunto de conhecimentos e habilidades que irá contribuir para profissionalizar a gestão do seu condomínio, confira:

  • Conhecimento sobre legislação trabalhista, fiscal e previdenciária (impostos e contribuições);
  • Seleção, contratação e fiscalização de empresas prestadora de serviços terceirizados;
  • Gerenciamento de funcionários próprios e terceirizados;
  • Administração financeira e controle do fluxo de caixa;
  • Administração e fiscalização de obras da área comum e privada ABNT 16.280;
  • Controle e fiscalização da manutenção preventiva e corretiva dos sistemas que compõem o condomínio;
  • Implantação de sistemas, equipamentos e medidas de segurança;
  • Relacionamento cordial e imparcial com condôminos e fornecedores;
  • Administração e intermediação de conflitos;
  • Experiência na seleção, contratação e fiscalização de empresa para executar o projeto de incêndio do condomínio e aprová-lo junto ao Corpo de Bombeiros;
  • Negociação imparcial com fornecedores juntamente com o conselho fiscal;
  • Cumprimento e aplicação do Código Civil, Convenção Coletiva, Regimento Interno e decisões aprovadas em Assembleias de forma imparcial para todos.

Missão

Profissionalizar a gestão do condomínio e a representação perante os condôminos, colaboradores e fornecedores, a fim, de otimizar os resultados e reduzir as despesas exercendo maior controle financeiro e orçamentário sobre o fluxo de caixa, tendo em vista, a valorização do patrimônio em comum e a permanência da harmonia entre a comunidade local.

Visão

Ser reconhecida em Brasília como a melhor empresa de Síndico Profissional pela sua transparência e credibilidade na utilização dos recursos financeiros dos condomínios.

Nossos Valores

  • Transparência
  • Credibilidade
  • Imparcialidade
  • Ética

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.
  • É esse laudo que atesta que o condomínio está prevenido para qualquer acidente. Antes de dar entrada no documento, síndico deve se programar e pode até contratar engenheiro de segurança para ajudar no levantamento de obras necessárias.
  • Condomínio deve, num primeiro momento, mandar uma advertência. Caso o morador não mude de atitude, ele pode ser multado. Se infestação de pombos estiver muito avançada, o prédio deve contratar uma empresa especializada no combate aos animais.
  • Em 2018, é preciso exercitar a gentileza no trato com o vizinho, consciência em cumprir os deveres do dia a dia e tolerância para lidar com os problemas.
  • Maior uso da tecnologia para criar canais oficiais entre prédios e moradores também foi um fator positivo em 2017. Por outro lado, vizinhos passaram a criar pequenos grupos em aplicativos de mensagem para criticar a administração. Isso é ruim porque, muitas vezes, o síndico acaba sendo o último a saber dos problemas.
  • Se o imóvel estiver ocupado há mais de cinco anos, sem que haja reclamação do dono no papel e com o pagamento de contas, a regra se aplica.
  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.
  • Se o assunto foi debatido entre os moradores e as regras internas foram alteradas da maneira correta, não existem impedimentos legais para que essa mudança aconteça.
  • Caso haja autorização das autoridades municipais, não é necessário que todos os condôminos compareçam ao encontro para autorizar a internação.
  • Pessoas que ocupam o comando do condomínio por décadas podem pensar que são os proprietários de todo esse espaço. Para mudar a situação, é necessário que exista uma participação efetiva de todos os condôminos.
  • Nem todos os síndicos permitem assembleias com todos os moradores para tratar dos assuntos com os moradores. Entretanto, é importante que esses pequenos grupos apresentem os resultados para os outros condôminos.
  • Mesmo se o proprietário tiver direito a um espaço muito grande, o morador não será autorizado a colocar mais veículos do que o permitido. É possível até mesmo convocar uma assembleia para discutir o tema.
  • É preciso analisar se a situação põe em risco o sossego, a saúde ou a segurança dos moradores.
  • É preciso ter paciência com a convivência em grupo. Entrar com uma ação nessas circunstâncias pode ser entendido como um ato de vingança e a chance de perder na Justiça é grande.
  • Aumento da circulação de pessoas e maior consumo de água e energia elétrica, por exemplo, são problemas gerados pelo uso comercial do imóvel. Síndico precisa atuar como um juiz para mediar os conflitos nessa situação.

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